De Paraibuna para todo o Brasil

Editor-assistente e roteirista de quadrinhos da editora Draco.

Roteirizou, entre outras obras, “Pobrefobia – Vivências das ruas com Padre Júlio Lancellotti”, obra vencedora do 36º Troféu HQMix, e “Paulo Freire #PRESENTE”, contemplado pelo edital ProAC2021 e que lhe rendeu uma indicação ao 35º Troféu HQMix como Novo Talento Roteirista e ao 39º Troféu Angelo Agostini como Melhor Lançamento de 2022.

Seu quadrinho “Corpos-Secos: Mãe”, uma história de ficção científica e terror que se passa na roça, foi semifinalista do VII Prêmio ABERST, da Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror – Prêmio Catacumba!

Em 2024, publicou a biografia em quadrinhos “Júlio Lancellotti #ACOLHE”.

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Lançamento

O horror é estar vivo!

O horror é estar vivo Há 70 anos, ninguém mais nasce nem morre.

Todos estão condenados a ver seus corpos sendo lentamente devorados por vermes, até se tornarem almas penadas.

Mas o mecânico Miguel conseguiu salvar o amor de sua vida da Sina. Agora, o espírito de Ju habita um enlatado, um corpo cibernético cobiçado por forças sinistras. Porém, sua bateria está acabando, enquanto nuvens pesadas anunciam que uma tempestade está se aproximando.

Em Corpos-Secos: Tempestade, com roteiro de Rogério Faria e desenhos de Ton Albuquerque, quando não se pode morrer, não há para onde fugir.

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quadrinhos em destaque

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O horror é não morrer!

“Corpos-Secos: Mãe” é uma ficção científica na roça que se passa em um futuro em que ninguém mais nasce ou morre há 70 anos, mesmo quando as funções vitais cessam. Nesse cenário, a Mãe é a líder de uma comunidade que vive no cemitério de Paraibuna, uma pequena cidade do interior, onde ela protege os vivos e os mortos-vivos de ameaças externas.

Mas tudo muda quando ela recebe a notícia da chegada do Coronel, um ciborgue tirano, conhecido como enlatado, que quer escravizar os aptos e destruir os demais. Ela então põe em prática o seu plano macabro para se salvar.

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“Com uma mão, a gente dá o pão. com a outra, a gente luta.”

Este é o mensageiro de Deus que vai às encruzilhadas dos caminhos. — Papa Francisco

Um homem que encara de frente o sofrimento do mundo. Que não desvia o olhar, que não muda de calçada, que se aproxima, que estende a mão, que dá o pão, que acolhe — e que luta.

Padre Júlio Lancellotti sente a dor, o cansaço e as frustrações que todos sentimos, mas é exatamente a sua humanidade que o torna extraordinário. 

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